Console capaz de reproduzir games em três dimensões sem necessidade de óculos especiais sairá por 1.199 reais
Nintendo 3DS: portátil reproduz jogos 3D sem a necessidade de óculos especiais (Chris Weeks/Getty Images)
O Brasil entrou de vez nos planos das grandes produtoras de jogos eletrônicos e consoles. No próximo sábado, a japonesa Nintendo colocará nas lojas do país seu portátil 3Ds, capaz de reproduzir games em três dimensões sem a necessidade de óculos especiais. De acordo com a companhia, o dispositivo terá menus de navegação e manuais com textos em português.
O console, lançado em fevereiro de 2011, chega ao mercado nacional por 1.199 reais. O valor é bem superior ao de seu irmão mais velho, o Nintendo Wii, vendido por 799 reais em um pacote que inclui os títulos Wii Sports, Wii Sports Resort e Wii Motion Plus.
"O recurso 3D é apenas o começo. As possibilidades de entretenimento para o sistema continuam a evoluir", disse Bill van Zyll, diretor e gerente-geral da Nintendo na América Latina. Ele lembrou que a companhia pretende lançar por aqui títulos como Steel Diver, Pilotwings Resort, nintendogs + cats e o popular remake The Legend of Zelda: Ocarina of Time 3D junto com o 3Ds.
O pacote inclui o console e mais seis cartões de realidade aumentada, que permitem o uso da câmera do aparelho para oferecer novas opções de entretenimento. "Conforme a câmera externa do Nintendo 3DS aponta para o cartão, os usuários podem se surpreender ao ver imagens sobrepostas, tais como um dragão surgindo repentinamente da mesa", diz comunicado da companhia. A rede virtual Nintendo eShop também estará disponível aos brasileiros, que poderão fazer compras e pagar em reais por meio de um cartão de crédito.
Até o fim de março, cerca de 3,61 milhões de unidades do console já foram vendidas no mundo. O preço médio do dispositivo nos Estados Unidos é o equivalente a 400 reais.

A App Store da Apple, lançada em julho de 2008, conta com 425 mil aplicativos, incluindo 100 mil para iPad, e 200 milhões de usuários em 90 países.“Em apenas três anos, a revolucionária App Store tem crescido para se tornar a loja de software mais bem sucedida do mundo”, disse Philip Schiller, vice-presidente da Apple.
A companhia também anunciou que US$ 2,5 bilhões foram pagos aos desenvolvedores de aplicativos até agora. Os mais de 200 milhões de usuários de aparelhos com o sistema iOS – que roda no iPhone, iPad e iPod touch – podem escolher aplicativos divididos em 20 categorias, que incluem negócios, notícias, educação, esportes e viagem.


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| Foto tirada no Galxy S II |
A Netflix anunciou nesta terça-feira (5) que irá expandir seu serviço de vídeos sob demanda pela internet para 43 países da América Latina e do Caribe até o final do ano. O objetivo, segundo a empresa, é levar filmes, seriados e programas de TV pela web para televisores, computadores, videogames e dispositivos móveis por meio de uma assinatura.
O navegador Chrome, do Google, alcançou participação de 20% dos internautas no mundo, segundo pesquisa da StatCounter. Em junho de 2009, a participação do browser era de 2,8%. Já o Internet Explorer, da Microsoft, caiu de 59% para 44% no mesmo período, enquanto o Firefox teve redução de 30% para 28%.
O ator e cantor Justin Timberlake será um dos donos da rede social MySpace, cuja venda foi anunciada nesta quarta-feira (29) pela gigante das comunicações News Corporation por US$ 35 milhões. O ex-integrante da boy band 'N Sync terá participação ativa na reorganização do site, que chegou a ser a maior rede social do mundo.
O Google apresentou nesta terça-feira o google+, mais novo e ambicioso projeto para desbravar terrenos sociais na internet. O serviço, projetado para que o usuário compartilhe conteúdos com contatos previamente escolhidos (os tais círculos de relacionamento, propostos pelo mecanismo), acerta ao reproduzir recursos desenvolvidos em outros serviços populares, como Twitter, Facebook e Skype. Mas a falta de alguma ferramenta exclusiva coloca em xeque seu sucesso. Por ora, não há motivos reais que incentivem o usuário a migrar para o Google+.
A grande aposta é dar maior relevância a um assunto aparentemente relegado a segundo plano no Facebook: o controle da privacidade pelo usuário. No Google+, o usuário é convidado a escolher, a cada postagem, com quem vai compartilhar as informações (ou seja, escolher o círculo com quem vai falar). Recurso semelhante até existe no Facebook, com o nome de Grupos, mas tem pouca visibilidade. No Google+, é o contrário: a visibilidade é total. Mas ainda parece pouco para esvaziar a rede de Mark Zuckerberg.
O apelo visual do Google+ é algo sem precedentes na história da empresa: apesar de contar com uma única versão, em inglês, o serviço é intuitivo e prático. A barra superior exibe notificações (imagem abaixo), reforçando a ideia de que se trata uma rede dinâmica – e recheada de amigos, claro.

O projeto acerta ao repetir recursos de sucesso Twitter, Facebook e Skype, adquirido recentemente pela Microsoft. Não por acaso, a função Stream guarda semelhanças com a linha do tempo (timeline) do Twitter – replicada, por sua vez, na atual estrutura do Facebook chamada Feed de notícias (lista de atualizações dos amigos).
A barra lateral à esquerda, que apresenta os grupos (chamados de Circles), é idêntica à da rede de Zuckerberg. O Hangout, por sua vez, recurso que permite realizar videoconferências com até dez pessoas, é a aposta do Google frente ao modelo pago apresentado no Skype.
Talvez aqui seja possível apontar os rivais do novo projeto da gigante de buscas: Facebook e Microsoft – parceiros em vários projetos, por sinal. O Google+ é a ferramenta mais eficiente e intuitiva para compartilhar documentos e arquivos com diferentes grupos de trabalho.

Qualquer semelhança ao Facebook é mera coincidência

Facebook aproveitou o recurso de linha do tempo do Twitter para se renovar
A lista de problemas, no entanto, é grande. Até o momento, o Google não disponibilizou URLs customizáveis, artifício que permite ao usuário buscar de forma mais eficiente outro cadastrado na rede. Twitter e Facebook usam o recurso: para buscar VEJA nas redes, fica fácil: http://facebook.com/ e http://twitter.com/.
A decisão de manter suas APIs fechadas é outro ponto negativo. Uma vez públicas, essa interfaces de programação poderiam ajudar desenvolvedores independentes a criar serviços úteis atrelados ao Google+: é um convite para mais usuários. Especula-se que a API aberta ajudou a catapultar o Facebook ao posto de maior rede social do planeta. A estratégia permite que o site se renove à medida que programadores e empresas independentes criam jogos, enquetes e outras aplicações de interação que atraem usuários.
É difícil vaticinar se o novo projeto da gigante de buscas irá arrancar usuários do Facebook, Twitter ou Orkut. Mas uma coisa é clara: por enquanto, o Google+ não tem a isca para atraí-los. Falta um plus ao Google+.

Usar as redes sociais para adquirir produtos e serviços começa a virar hábito entre os brasileiros. Segundo pesquisa produzida pela empresa de mercado Oh! Panel – encomendada pelo site de compra e venda MERCADO LIVRE e obtida com exclusividade pelo site de VEJA – pouco mais da metade dos usuários de internet do país já usam plataformas como Orkut, Twitter e Facebook para aqueles fins. A sondagem ouviu 679 brasileiros entre abril e maio, além de 579 moradores de Argentina, Chile, Colômbia, Equador e Peru.
O Brasil lidera o grupo: aqui 56% dos usuários da web usam as plataformas para adquirir bens e serviços, ante a 49,4% dos demais países pesquisados. O trabalho faz ainda outras revelações. Seis em cada dez adeptos de internet no Brasil realizam pesquisas sobre produtos ou serviços em sites como o Twitter, taxa também superior à registrada em outras nações (58,9%).
Outro dado, desta vez geral acerca dos seis países sul-americanos, revela que 72,8% dos entrevistados diz confiar mais na recomendação de amigos colhida nas redes sociais do que no parecer de um especialista na hora de comprar produtos e serviços. Além das três plataformas mais populares no Brasil – Orkut, Twitter e Facebook -, a sondagem considerou os serviços LinKedin, Sonico, Hi5 e MySpace.
A pesquisa mostrou ainda que mais de 40% dos brasileiros entrevistados acompanham a atuação de suas marcas favoritas nas redes. Eles apresentam duas razões para isso: conhecer novos produtos (81%) e encontrar novas ofertas (75,6%).
Foto: Muzaffar Salman/AP.
