O ronco é um pesadelo para 39% dos adultos, o que faz um a cada nove casais dormirem separados por causa do problema.
Mas ao contrário do que as mulheres costu
mam pensar, não é só os homens que são culpados por esse hábito, apesar de ser mais comum eles ter o ronco do tipo “trovão”.
A pesquisa realizada com 2.500 adultos também descobriu que quase um quarto dos homens (24%) afirmam que não conseguem dormir por causa de suas parceiras, enquanto, entre elas 41% se queixaram de não conseguir dormir por causa do parceiro.
Especialistas alertam que o ronco alto pode ser sintoma de apneia do sono, que é a suspensão da respiração durante o sono causada pelo relaxamento extremo dos músculos e tecidos da garganta, que bloqueiam as vias aéreas.
A pesquisa realizada com 2.500 adultos também descobriu que quase um quarto dos homens (24%) afirmam que não conseguem dormir por causa de suas parceiras, enquanto, entre elas 41% se queixaram de não conseguir dormir por causa do parceiro.
Especialistas alertam que o ronco alto pode ser sintoma de apneia do sono, que é a suspensão da respiração durante o sono causada pelo relaxamento extremo dos músculos e tecidos da garganta, que bloqueiam as vias aéreas.
As noites mal dormidas deixam ambos os parceiros cansados e com capacidade de concentração reduzida no dia anterior.
Ele havia perdido a visão aos oito anos de idade, quando sua retina descolou em função de uma pedrada.
Segundo relataram os médicos na revista científica "Journal of Medical Case Reports", o olho estava inchado, e apresentava sangramento e alta pressão de fluidos.
Após várias semanas e diversos procedimentos para estabilizar a pressão na área atingida, os médicos perceberam que o homem havia recuperado parte da percepção da luz no olho. Isto representou um estímulo para tentar a cirurgia de recolocação da retina.
Sucesso
O cirurgião Olusola Olawoye, que realizou a operação, disse que após a cirurgia a visão do olho melhorou a ponto de o paciente conseguir contar os dedos de uma mão à distância de cinco metros.
O cirurgião Olusola Olawoye, que realizou a operação, disse que após a cirurgia a visão do olho melhorou a ponto de o paciente conseguir contar os dedos de uma mão à distância de cinco metros.
Um ano depois, os médicos perceberam que a cicatrização do olho estava provocando novos descolamentos de partes da retina. O homem foi submetido a uma segunda cirurgia, também bem-sucedida.
Pesquisadores do Instituto Nacional de Saúde e Pesquisa Médica, em Bordeaux, França, acompanharam 7.625 pessoas de 65 anos de idade ou mais em três cidades -- Bordeaux, Dijon e Montpellier -- por um período de cinco anos.
Durante esse tempo, houve 148 derrames. Os indivíduos foram divididos em grupos de acordo com o seu consumo de azeite de oliva, indo daqueles que não consumiam nada àqueles que usavam o produto em molhos, em receitas e no pão.
Quando os pesquisadores levaram em consideração fatores como a massa corporal, atividades físicas e a dieta constataram que os consumidores "intensivos" de azeite de oliva tinham 41% menos risco de derrame comparados aos que nunca consumiam azeite.
"Nossa pesquisa sugere que uma nova série de recomendações de dieta precisa ser elaborada para prevenir derrames em pessoas de 65 anos ou mais," disse a autora do estudo Cecilia Samieri.
"Os derrames são tão comuns em pessoas idosas e o azeite de oliva pode ser uma forma barata e fácil de ajudar a prevenir isso."
As descobertas foram publicadas no Medical Journal of the American Academy of Neurology.