Os caminhões da Comlurb (Companhia de Limpeza Urbana) ainda não fazem parte do cenário de diversas favelas do Rio de Janeiro com UPP (Unidade de Polícia Pacificadora). A previsão é que o serviço comece a funcionar a partir de 1º de agosto.
Para entrar com esse serviço nos morros cariocas, a prefeitura planeja usar as soluções encontradas para a coleta de lixo no Complexo do Alemão e na Vila Cruzeiro, na zona norte, e no Batam, na zona oeste da cidade, a partir de 1º de agosto, também na comunidade do Borel, na Tijuca.
De acordo com Carlos Roberto Osório, secretário municipal de Conservação e Serviços Públicos, para o trabalho no Borel será utilizado um microtrator compactador, projetado especialmente para se movimentar nas ruelas do morro.
O investimento para que todas as 17 comunidades com UPP sejam atendidas será de R$ 9 milhões por ano, devido aos custos com os equipamentos e a contratação de 340 garis.
O veículo que será usado no Borel acopla o contêiner diretamente no braço mecânico que despeja o lixo no caminhão.
Moradores colaboraram com a secretaria para o mapeamento de 21 pontos de descarte do lixo, onde serão instalados 83 contêineres e 60 papeleiras. A coleta nesses pontos será realizada duas vezes ao dia.
Outra novidade do Complexo a ser exportada para outras favelas é o uso de moto-triciclo, que possui capacidade de transportar 250 Kg ao remover o lixo porta a porta, nas vias onde os veículos maiores não têm acesso.
Os moradores também serão avisados da chegada da Comlurb, para que coletem os sacos de lixo das residências e os levem a equipamentos maiores ou diretamente para as estações de compactação de lixo dessas comunidades.
Para entrar com esse serviço nos morros cariocas, a prefeitura planeja usar as soluções encontradas para a coleta de lixo no Complexo do Alemão e na Vila Cruzeiro, na zona norte, e no Batam, na zona oeste da cidade, a partir de 1º de agosto, também na comunidade do Borel, na Tijuca.
De acordo com Carlos Roberto Osório, secretário municipal de Conservação e Serviços Públicos, para o trabalho no Borel será utilizado um microtrator compactador, projetado especialmente para se movimentar nas ruelas do morro.
O investimento para que todas as 17 comunidades com UPP sejam atendidas será de R$ 9 milhões por ano, devido aos custos com os equipamentos e a contratação de 340 garis.
O veículo que será usado no Borel acopla o contêiner diretamente no braço mecânico que despeja o lixo no caminhão.
Moradores colaboraram com a secretaria para o mapeamento de 21 pontos de descarte do lixo, onde serão instalados 83 contêineres e 60 papeleiras. A coleta nesses pontos será realizada duas vezes ao dia.
Outra novidade do Complexo a ser exportada para outras favelas é o uso de moto-triciclo, que possui capacidade de transportar 250 Kg ao remover o lixo porta a porta, nas vias onde os veículos maiores não têm acesso.
Os moradores também serão avisados da chegada da Comlurb, para que coletem os sacos de lixo das residências e os levem a equipamentos maiores ou diretamente para as estações de compactação de lixo dessas comunidades.